Estão disponíveis as agromensais de junho/2021

Cepea, 06/07/2021 - Neste mês, confira:

 

AÇÚCAR: Embora a safra 2021/22 avance, a oferta de açúcar cristal no mercado spot do estado de São Paulo continua restrita. Diante disso, no dia 28 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar cristal cor Icumsa entre 130 e 180 atingiu R$ 117,89/saca de 50 kg, o maior patamar nominal de toda a série histórica do Cepea, iniciada em 1997. Esse cenário é resultado da menor produção nesta temporada, do bom desempenho das exportações e do avanço nos valores externos da commodity. Leia mais.

 

ALGODÃO: A disparidade entre os preços ofertados por compradores e os pedidos por vendedores limitou as negociações internas de algodão em pluma ao longo de junho. E esse cenário esteve atrelado às diferentes perspectivas desses agentes sobre o mercado nas semanas seguintes. Leia mais.

 

ARROZ: A média do Indicador ESALQSENAR-RS do arroz 58% de inteiros e pagamento à vista no primeiro semestre de 2021 (de R$ 84,67/saca de 50 kg) é recorde para o período, em termos nominais, considerando-se a série do Cepea para esse produto, que começou em 2005 – o que indica um cenário remunerador ao produtor. No entanto, especificamente de maio para junho, as cotações registraram queda expressiva de 12%, com média de R$ 73,15/sc de 50 kg. Leia mais.

 

BOI: Oferta enxuta de animais prontos para o abate, retenção maior de fêmeas para a produção de reposição e demanda chinesa por carne aquecida ditaram o ritmo das negociações no mercado pecuário ao longo do primeiro semestre de 2021. Esse cenário deu suporte às cotações ao longo de toda a cadeia. Leia mais.

 

CAFÉ: A temporada brasileira de café 2020/21 foi oficialmente encerrada em junho, com preços do arábica acima dos da temporada anterior (2019/20). Na média da safra (de julho/20 a junho/21), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 fechou a R$ 726,26/saca de 60 kg, aumento de 37,71 Reais por saca (ou de 5,5%) frente à da temporada anterior, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de maio/21). Os valores médios da safra também são os maiores desde 2016/17. Leia mais.

 

ETANOL: O volume de etanol hidratado comercializado no spot por usinas de São Paulo em junho deste ano foi o terceiro menor dos últimos 16 meses, perdendo apenas para os observados em março/21 e em março/20, quando, vale lembrar, o mercado estava em entressafra. Levantamento do Cepea mostra que, em junho/21, o total vendido pelas unidades produtoras foi 33% inferior ao maio/21 e 19% menor do que o de junho/20. Leia mais.

 

FRANGO: A boa competitividade da carne de frango seguiu favorecendo a liquidez da proteína em junho. Além das vendas internas, as exportações também registraram excelente desempenho ao longo do mês, contexto que manteve o setor com estoques mais baixos e permitiu elevações nos preços internos, tanto da carne quanto do vivo. Leia mais.

 

MILHO: Nas primeiras semanas de junho, os preços do milho caíram com certa força no mercado brasileiro, influenciados especialmente pela proximidade da colheita da segunda safra 2020/21 e pela desvalorização do dólar frente ao Real. Já no final do mês, os valores subiram, mesmo diante do avanço da colheita. Essa reação ocorreu após geadas terem sido observadas em algumas praças, o que deixou produtores em alerta e afastados do mercado spot. Leia mais.

 

OVINOS: O mercado de ovinos apresentou baixo volume de negociações em junho, devido à demanda enfraquecida – ainda reflexo das medidas de isolamento por conta da pandemia de covid-19. Quanto aos preços, os comportamentos para animais vivos e carne foram distintos dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. Leia mais.

 

SOJA: Os preços da soja apresentaram comportamentos distintos em junho. Nas primeiras semanas do mês, as cotações externas e domésticas caíram com força – no Brasil, os valores voltaram a operar nos patamares nominais observados em janeiro deste ano. A pressão veio do clima favorável à safra de soja nos Estados Unidos, da melhora nas condições das lavouras do país norte-americano e de especulações indicando menor demanda pela oleaginosa por parte da China – que tem estoques alongados. Já nos últimos dias do mês, os valores da soja voltaram a subir no Brasil, impulsionados por dados do USDA indicando área plantada nos Estados Unidos e estoques abaixo do esperado por agentes. Leia mais.

 

TRIGO: Em junho, agentes do mercado de trigo estiveram atentos às atividades de campo. No Brasil e na Argentina, a semeadura do cereal avançou, e produtores acompanharam de perto o clima e as lavouras. No geral, ambos os países apresentaram bom desenvolvimento das lavouras, sendo que a produção no Brasil deve ser recorde. Nos Estados Unidos, o trigo de inverno estava sendo colhido, mas o ritmo das atividades estava abaixo do verificado em anos anteriores. No caso do cereal de primavera, as condições das lavouras norte-americanas registraram piora nas últimas semanas de junho. Leia mais.

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