Estão disponíveis as agromensais de setembro/2020

Cepea, 06/10/2020 - Neste mês, confira:

 

AÇÚCAR: Em pleno andamento da safra 2020/21, com mix predominantemente açucareiro, o preço da saca de 50 kg do cristal no mercado spot do estado de São Paulo chegou à casa dos 88 Reais em setembro, patamar nominal que não era visto desde meados de janeiro de 2017, período de entressafra da safra 2016/17. A desvalorização do Real frente ao dólar, desde o início da atual temporada, tem estimulado o aumento das exportações e, consequentemente, diminuído a oferta no spot paulista. Leia mais.

 

ALGODÃO: Com a paridade de exportação influenciada pelo aumento do dólar frente ao Real no acumulado de setembro, produtores de algodão em pluma deram preferência ao cumprimento de contratos a termo nos mercados interno e externo e à realização de novos negócios internacionais por mais um mês. Assim, muitos deles permaneceram firmes quanto aos preços pedidos no mercado spot, e os poucos volumes negociados envolveram volumes pequenos frente a agosto. Leia mais.

 

ARROZ: Mesmo com o anúncio de liberação de importação de arroz de fora do Mercosul sem taxas, os preços do produto em casca seguiram em alta no Rio Grande do Sul em setembro, renovando, inclusive, as máximas reais da série histórica do Cepea, iniciada em 2005. No dia 23, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros, atingiu R$ 106,24, novo recorde real (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de agosto/2020). No acumulado de setembro, o Indicador avançou 11%. Leia mais.

 

BOI: Os preços médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Esse cenário mostra que a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguiram sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária. Leia mais.

 

CAFÉ: No começo de setembro, as cotações internas do café arábica ainda operavam perto dos R$ 600/saca de 60 quilos, sustentadas pela alta dos futuros e pela retração vendedora. Porém, os preços internacionais da variedade passaram a recuar fortemente a partir da segunda semana do mês, pressionando os valores no mercado doméstico. Assim, a média do Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 564,62/saca de 60 kg em setembro, baixa de 2,5% em relação à de agosto. No entanto, frente a setembro/19, os preços ainda apresentam alta de 133,99 Reais por saca, ou 14,4% (valores reais, deflacionados pelo IGP-DI de agosto/20). Leia mais.

 

ETANOL: Na parcial da atual safra 2020/21 (de abril/20 a setembro/20), o preço médio do etanol hidratado no estado de São Paulo está 13% inferior ao do mesmo período da temporada anterior, em termos reais (valores foram deflacionados pelo IGPM). Trata-se, também, da menor média para este período desde a safra 2010/11. Esse movimento também foi observado para o etanol anidro. Leia mais.

 

FRANGO: As vendas aquecidas de carne de frango nos mercados interno e externo seguiram impulsionando as cotações do setor da avicultura de corte em setembro. Assim, os valores subiram pelo quarto mês consecutivo. Para alguns produtos e regiões, os preços operaram nos recordes nominais da série histórica do Cepea, iniciada em 2004, mas ainda se mantiveram abaixo das máximas reais, considerando-se a inflação do período. Leia mais.

 

MILHO: Os preços do milho apresentaram comportamentos distintos ao longo de setembro. Na primeira quinzena do mês, o ritmo acelerado da colheita de segunda safra e a pressão de compradores limitaram o movimento de alta em muitas praças. Já na segunda quinzena, os valores de cereal voltaram a reagir na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, influenciados especialmente pela maior demanda nos portos.  Leia mais.

 

OVINOS: Os preços do cordeiro vivo e da carcaça ovina subiram em setembro em todas as regiões pesquisadas pelo Cepea. A sustentação veio da oferta restrita de animais e do aquecimento na demanda. Leia mais.

 

SOJA: Os valores domésticos da soja e derivados seguiram em alta ao longo de setembro, operando nas máximas nominais e se aproximando dos recordes reais. Os preços foram impulsionados pela valorização externa (devido à redução na produção nos Estados Unidos), pela elevação dos prêmios de exportação (que reflete o baixo excedente interno) e pelas firmes demandas doméstica e internacional. Leia mais.

 

TRIGO: Os preços do trigo caíram no Paraná em setembro, influenciados pela colheita da nova safra. No Rio Grande do Sul, os valores também recuaram, mas de forma menos intensa – vale lembrar que as atividades de campo neste estado se iniciam apenas entre outubro e novembro. Diante disso, as cotações médias do cereal no estado paranaense estiveram inferiores às registradas no sul-rio-grandense. Esse cenário é atípico, tendo em vista que, historicamente, os preços no Paraná superam os do Rio Grande do Sul. Leia mais.

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