HF BRASIL/CEPEA: FAO declara 2021 como o ano dos HFs, e publicação do Cepea traz detalhes dessa campanha

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Cepea, 9/2/2021 – O setor de hortifrúti começou o ano em grande estilo: a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO/ONU) designou 2021 como o “Ano Internacional das Frutas e Vegetais”.

 

Atenta a isso, a equipe da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, e reafirmando seu compromisso com o setor, traz nesta edição de fevereiro os principais pontos da campanha da FAO, com destaque para os benefícios dos HFs, a importância da redução de perdas e desperdícios de alimentos e as tendências que podem promover o aumento do consumo de HFs em 2021.

 

Em documento oficial, a Organização indica que a melhoria da nutrição em muitas regiões do mundo depende do aumento do consumo de HFs frescos e semi-processados. Apesar disso, a maior parte da população mundial ainda mantém a ingestão abaixo da média recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que é de, pelo menos, 400 gramas por dia. Assim, o objetivo da FAO é levar informação e conscientizar a população global sobre os benefícios nutricionais e para a saúde que os hortifrútis promovem, como apoiar as funções do corpo e o bem-estar físico e mental em todas as idades, ajudar a prevenir a desnutrição e reduzir o risco de doenças não transmissíveis.

 

E a importância dos HFs vai além disso! O setor tem forte interferência nos desenvolvimentos socioeconômico e ambiental do planeta. Colocar os hortifrútis em foco é, ainda, uma ótima oportunidade para melhorar as práticas agrícolas, apoiando especialmente os pequenos agricultores familiares.

 

Você também encontra nesta edição:

 

ALFACE – 2021 se inicia com alta nos preços

BANANA – Preço da prata sobe, enquanto da nanica recua em janeiro

BATATA – Safra das águas se intensifica em janeiro

CEBOLA – Redução da oferta nacional eleva preços em janeiro

CENOURA – Com maior oferta de verão, cotações caem em janeiro

CITROS – Pico de safra eleva oferta de tahiti, mas volume é controlado

MAÇÃ – Colheita se inicia, mas oferta ainda é baixa

MAMÃO – Oferta aumenta em janeiro; algumas praças chegam a registrar sobras

MANGA – Com oferta restrita no BR, palmer e tommy se valorizam

MELANCIA – Preços caem em janeiro, mas continuam acima dos custos

MELÃO – Oferta começa a diminuir no RN/CE

TOMATE – 2021 se inicia com preços acima dos custos

UVA – Com maior oferta e demanda restrita, preços da BRS vitória recuam

 

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ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de hortifrúti aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Margarete Boteon: cepea@usp.br.

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